Gracias, Kosugue
Porque nessas horas você vê que quem convive contigo por 8 horas por dia (ou bem mais, dado onde trabalhamos e o que fazemos) te conhece bem pra cacete. Karinão e Meninona foram pra Buenos Aires, e recebi esses mimos hoje pela manhã quando de seu retorno ao trabalho:

Excelente. Meu estômago e nosso escritório agradecem. Gracias querida.
Sobre a lua de mel
Fugimos pouco depois das 17h rumo a Monte Verde, onde passarÃamos nossa mini lua de mel de um dia e meio. Eu poderia tentar descrever como foi a viagem, e as coisas que aconteceram e tudo mais… mas foi nosso momento. Então, mais fácil ainda é falar resumidamente dos detalhes bacanas dessas 36 horas.
A começar pela estrada pra se chegar na tal cidadezinha, que foi provavelmente o maior desafio pelo qual meu carrinho já passou (após escalar um túnel e se livrar de dois assaltos e um sequestro). Meu sogro nos aconselhou com muita insistência que saÃssemos mais cedo de SP, mas resolvemos curtir nossa cerimoniazinha até o final. Conclusão: saÃmos da Fernão Dias no inÃcio da noite, e não conhecendo a estradinha de terra que precedia Monte Verde, vimos o tamanho do problema a seguir: faróis baixos, uma neblina assustadora e dez quilômetros de crateras morro acima. Na volta, vimos (pela manhã) o tamanho da encrenca que encaramos à s escuras. Mas mesmo antes do retorno, o próprio Corsinha nos deu uma boa noção do que foi aquilo…

Chegamos ao Villa de Lucas arrebentados de tanta tensão passada na estrada. Jogamos nossas malas no que já nos parecia ser um quarto bem do bonitinho, e fomos comer alguma coisa; Mas “comer alguma coisa” logo depois de casar deveria ser legtal, uma vez que seria nossa primeira refeição como marido e mulher. Escolhemos um rodÃzio de fondue por indicação do recepcionista carioca do hotel. Estava um friozinho gostoso, e a dica nos pareceu excelente.
Duas Erdingers, um espetacular fondue de queijo, oito tipos de molho, uma porção de batatas e duas grelhas com filet mignon, frango e truta depois, ainda serÃamos abastecidos por um fondue doce depois. Um jantar pra lá de gostoso numa cidadezinha pra lá de charmosa. HavÃamos começado muito bem nossa vidinha a dois…
No dia seguinte vimos enfim o quarto e o hotel, e creio que mais do que qualquer explicação, sejam ainda mais bem-vindas as imagens. Porque acordar num lugar assim ao lado de quem a gente ama não é simplesmente explicável…
Monte Verde limita-se a basicamente: comida, artesanato e compras. É uma rua, cercada de casinhas, lojinhas e restaurantes tipicamente alemães. Um lugar ótimo para se passar alguns dias, mas não muitos. E por isso mesmo, estar por ali durante esse tempo foi ideal. Não nos arriscamos nas trilhas e passeios de aventura, pois somos um casal coxinha. Mas curtimos a cidade da forma que ela é feita: comemos bem (café da manhã colonial, almoço mineiro e jantinha gaúcha), compramos um pouco (fizemos nossa adega, e trouxemos quitutes para mães e pai) e passeamos bastante. Um punhadinho desses momentos pode-se ver a seguir:
No mais, não há muito mais a se contar. Talvez não por aqui. Fato é que foram sim momentos ideais, gostosÃssimos e de afirmação daquilo que vivemos nos últimos dois anos e meio. HavÃamos começado há 200 km de nosso futuro quadrado a nossa história. História que não poderia ter um inÃcio melhor do que dois imensos sorrisos, cheios de vontade de fazer acontecer, e ansiosos por serem ainda mais divididos dali em diante.

Nossa lua de mel foi, em suma, isso.
Soleil
Olhando em anos anteriores, notei que nunca escrevi mais do que três linhas sobre o Cirque Du Soleil nas duas vezes em que estive no espetáculo anteriormente (Saltimbanco em 2006 e Alegria em 2008). O que, diga-se de passagem, é uma heresia. O Cirque é o espetáculo pelo qual aguardo um ano inteiro desde a compra de seu carÃssimo ingresso, até a chegada da tão esperada apresentação.
Porém, dessa vez, tenho mais do que um motivo para não cometer o mesmo erro. Na verdade, tenho três: eu, a Debs e minha mãe. Pois desde a primeira vez, após sair daquela tenda (que na TV parece tão grande, bem maior do que de fato é), a empolgação pelo retorno da trupe somente faz arrebanhar novas companhias. Dessa vez, prezei pelas duas principais, uma vez que a Luana tem feito o mesmo desde então, e fizemos dessa uma tradição nossa. Ela, dessa vez, fez o mesmo trazendo os pais, e a Soledade a tiracolo.

Mas olhando com um pouco mais de cuidado para os tais erros passados, e ainda curtindo a euforia do espetáculo desse ano, justifico a falta de textos de uma forma muito óbvia: por mais clichê que seja, é impossÃvel descrever Quidam. Assim como foi com Alegria e Saltimbanco. Para quem gosta, e quem aprendeu assim como eu a viver o espÃrito do Cirque Du Soleil, a cada nova incursão, sabe-se que a ao apagar das luzes o que se tem ali dentro é uma experiência sensorial. As cores, os sons e os sentimentos de cada espetáculo são completamente distintos, e o conjunto de cada um, inesquecÃvel. Saltimbanco foi colorido e puro. Alegria foi romântico e sutil. Quidam foi trágico e denso. Todos, maravilhosos. E ao terminarem os aplausos, é óbvio o desejo de um bis, de que voltem logo, que possamos sentir tudo aquilo de novo.
Olhar para os lados e vê-las, ambas, maravilhadas, foi a melhor recompensa que eu poderia ter após decidir presenteá-las com essa experiência. Sei do tamanho do impacto, e de quanto presenciar o Cirque é incentivar o lúdico, acreditar no impossÃvel, vivenciar o sonho. Que venha o próximo.
2h50
Debs dorme pesado. Eu permaneço acordado e heróico, aguardando o maldito GP da Austrália de F1 (estava demorando pra falar do assunto esse ano, podem dizer que sim…), enquanto reprisam o episódio da manhã de Friends na Warner. Pela primeira vez na vida tenho TV a cabo, podem rir. Mas hoje (ontem) pela manhã recebemos a graça dos canais infindos, e do retorno à vida virtual, agora via Ajato. Esse é meu primeiro post escrito em MacBook, uma vez que meus desktops ainda não vieram pra cá, Deveriam chegar amanhã, mas hoje nossa empreitada para enfim transformar o quarto rosa em algo que esboce o que futuramente será nosso escritório foi por terra…
Quando estávamos pintando a primeira parede, uma pequena bolha apareceu no meio dela. Essa pequena bolha aos poucos foi “escorrendo” e tornou-se uma coisa maior. E qual não foi nossa surpresa quando, ao tentarmos encobrÃ-la, ela abrisse e aos poucos aumentasse.

Conclusão: a pintura de uma das paredes simplesmente amoleceu e desmoronou, levando junto as duas últimas camadas de pintura aplicada. Pouco depois, testamos a parede oposta, e deu na mesma porcaria. Nós, que ainda não conseguimos ligar o gás, agora também procuramos um pintor.
O escritório vai demorar pelo menos mais alguns dias. Ou alguma ideia mirabolante que permita que nós mesmos cheguemos a uma solução que não dependa de terceiros, que possamos realizar, e que faça com que aquele quarto possa receber novos furos, para abrigar suas devidas prateleiras, bancadas, penduricalhos e afins, e enfim possamos desabarrotar nossa sala (e fazer nosso tão aguardado Open House)… que tenhamos paciência e dinheiro necessários pra tudo isso, porque mais do que nunca, fica claro pra gente que nada por aqui parece ser fácil como gostarÃamos…
Visitas
Cinco registros que valem ser deixados por aqui:
1) Open Room da Bibi
Uma delÃcia de momento esse da estreia da nova fase da grandona. Celebramos nesse final de semana o regresso a São Paulo da culpada pelo inÃcio de toda essa zona que acabou no altar. É um quartinho no coração do Bixiga, bairro que eu tenho trocentas recordações e um carinho imenso. Muitos amigos, muita risada. Foi bom pra cacete, e o conjunto da obra foi melhor do que a encomenda.
2) O quase surgimento da pequena Alice
A Tati está linda e gigante, e a pequena Alice pelo jeito não terá nada de pequena (dada a herança genética, nada mais justo). E lembro bem de compartilhar com a Tis a longÃnquos 4 anos a nossa insistência em não acertar nossos pares. Tudo veio junto (Tiago pra lá, Debs pra cá), mas ela resolveu assumir a maternidade antes. Eu agradeço, pois essa página eu pretendo virar só daqui a um tempinho…
3) O surgimento de verdade do Guilherme, o bebê da Gê
O único torpedo que chegou durante a mini lua-de-mel, mas com melhor notÃcia impossÃvel. E eu imagino as caras bobas do Douglas e da Gê com a chegada do pimpolho. Aos poucos a nova geração vem chegando, e essa aqui da qual faço parte vai se tornando a velha… com cabelos brancos (quando não caem), mamadeiras na bolsa e coração mole. E é bom… bem bom tudo isso.
4) Os 100 gols
Segunda que vem (dia 29) o Thiagão lança seu primeiro livro: Centenário de Gols – os 100 gols que marcaram a história do Timão. Será na Saraiva Mega Store do Center Norte, aqui em SP, a partir das 19h30. Um grande orgulho pessoal, pois conheço o cara e sei da qualidade e competência do trabalho do dito, o que garante que o conteúdo do livro, além de passional e historicamente fora de questão quanto à qualidade, terá um quê a mais que garante à noite mais brilho. Será muito legal, e eu certamente estarei por lá. Fica o convite:

5) O Oiapoque, o Chuà e o além-mar
Sorrateiramente eu tenho acompanhado as visitas que esse blog vem recebendo, e notei uma ocorrência bastante razoável: visitas de muitos lugares diferentes. Daqui do Brasil, de trocentas partes (muitas das quais ainda não conheço), e algumas visitas internacionais, da Rússia ao Japão, e com uma frequência um pouco maior em certos paÃses: Argentina, Estados Unidos, Portugal e Reino Unido. Seria legal saber quem são essas pessoas, e se elas são de fato somente as que eu imagino (e conheço) ou se existe um povo novo por aÃ. Escrevam…!
Dias e noites
Antes de qualquer coisa, parabéns pra Paquinha. Hoje é dia dela e esse post (assim como todos os outros, sempre) é dedicado a ela, que é uma das duas mulheres da minha vida. Te amo mãezona.
Eu falarei mais da lua-de-mel e do casamento quando meu micro estiver em casa e conectado à rede, o que possivelmente acontecerá a partir do próximo final de semana, quando a TVA instala nosso ponto em casa. Até lá, vamos falando de outras coisas, porque a vontade de escrever é enorme e as coisas não param de acontecer.
Nosso objetivo atual é destruir o quarto cor-de-rosa. O até então quarto de menina vai se transformar em nosso escritório, e o processo de “demolição” começou no dia em que entramos no apartamento, há duas semanas, com a desmontagem das prateleiras que não compramos. Depois, arranca adesivo, buchas da parece (milhares), e besunta metade da parede com massa corrida. Durante a tarde de sábado, fomos atrás das tintas (a branca e a colorida), e trouxemos bancada e prateleiras que havÃamos guardado lá do antigo quartinho da Debs. Passamos a manhã de domingo remendando e lixando o quarto todo, que num detalhe está nessa situação de momento…

Desensacamos praticamente todas as roupas, e ainda estamos nos entendendo em nosso armário de quarto que não tem gavetas, mas é enorme. Esse processo de guardar tudo se fez pra lá de necessário, quando notamos que na tarde de sábado metade da sala estava tomada por caixas, sacos e ferramentas jogadas no chão. Um pouco de vergonha na cara e algum esforço fÃsico depois, e já pudemos vislumbrar o que nesse momento é um esboço da nossa sala. Pelo menos, o que há de mais importante está lá: um pufe, a rede colorida, a TV e o rômitÃti, e a janelona gigante com vista pro silêncio.

Ainda estamos ajustando muita coisa: a própria janelona que não tem cortinas (e deixa passar um pó enorme, que já aveludou a TV e o rômitÃti), o raio do adaptador de tomadas pro aspirador (que tem um pino grande demais pros buracos da casa – façam a piada), e o desenrolar do escritório, que ainda deixou caixa sobre caixa de livros no canto da sala. Mas tudo está andando, e mudança após mudança, achamos cada vez mais que fizemos tudo certo ao encarar essa nova vida, que creio eu, nos dá como resposta ao final de todos os dias um visual desses, só pra tirar qualquer dúvida a respeito…

Mais, devagar e sempre, por aqui.
Atualizando: achamos um pino que cabe no buraquinho. Que a criança berre e aspire tudo o que tem direito daqui em diante. Mas só depois do beijo na mãe…
Sábado, 6 de março de 2010 – parte 2
Lembro bem que no inÃcio da (mini) cerimônia eu estava até que bem tranquilo. Não sabia se segurava mão, braço, mas sabia que não era hora de mão no bolso. Nada de choro, eu vinha até que bem tranquilo… o bispo, muito gente boa, ajudava na descontração do momento. à minha esquerda, a Nilce e o Bassi, e pouco em seguida minha mãe e o Mauricio. Tanta paz não duraria muito, afinal de contas, era um casamento.
Poucos conselhos e palavras depois, o que havÃamos preparado foi exposto a todos: ambos havÃamos escrito cartas, dizendo o porquê de estarmos ali naquele momento. Porém, a carta da Debs foi a escolhida para ser lida primeiro, e eu não estava preparado praquilo. Nas primeiras palavras, desmanchei. Raras as vezes em que ela escreve, mas COMO escreve… e COMO vai aos pontos certos e se faz entender. Durante as minhas lágrimas, vi a Nilce chorando, e soube depois que muitos dos que estavam ali fizeram o mesmo. Foi lindo, mesmo, e dá um aperto bom de lembrar. Pouco depois a minha foi lida, e não foi nada diferente daquilo que se lê por aqui. Por isso mesmo, ficou pequena perto de um fator surpresa tão bom como foi a carta da pequena.
E aà veio a confusão. Porque o bispo pediu para que segurássemos nossas mãos direitas. Em seguida, pediu para que eu pegasse as alianças. E em seguida, nos declarou marido e mulher. E eu não sabia o que fazer com aquelas alianças que ainda não estavam em nossos dedos. Um monte de informação e emoção junta, e então ele pede para que eu coloque a aliança na mão esquerda dela… e eu confundo a mão. Sim, porque eu fui capaz disso. E quase faço cagada, mas todos rimos e eu pude realocar meus 3 neurônios no caminho do matrimônio. E tudo funcionou depois disso.
Já éramos nós.
Sábado, 6 de março de 2010 – parte 1
Acordei (e não só eu) com o barulho de uma chuva assustadora. Chuva que me permitiu mais meia horinha de sono, uma vez que a ansiedade se fazia presente, porém perdia feio pro aconchego da minha cama. Passamos parte da noite arrumando o salão de festas, naquilo que nos era possÃvel. Saindo de lá, a Dé me perguntou se eu achava que tudo daria certo. Eu disse que sim, mesmo desconfiado daquilo que havÃamos conseguido. Não era muito, e talvez por isso ficamos preocupados…
Fato é que resolvi sair de casa mais em cima da hora do que o planejado na noite anterior. Banho de noiva também foi o do noivo, que não quis fazer feio no dia do próprio casamento. Levei a camisa e fui de camiseta (e isso nem faria tanta diferença depois). Chuva, trânsito, nunca parei meu carro tão longe daquele prédio (o brunch seria no condomÃnio onde mora a famÃlia da Debs). Encontrei Bibi e Dani na portaria, com a Carol* – que seria a responsável por todos os registros fotográficos da festa.
Peguei o notebook, e voltei correndo pro salão – que a essa altura já estaria decorado, com buffet montado e alguns convidados (era o que a hora me dizia). Assim que entrei devo ter aberto um sorriso muito do idiota. A decoração ficou linda, a Agnes deu um show e o salão era outro. As pessoas já estavam chegando mesmo naquele tempinho feio. O estômago começou a embrulhar. Fui conferir cozinha, decoração, se estavam todos bem. Corre daqui, corre dali, mais algum tempo e minha mãe, meu irmão e minha cunhada chegaram – com o bolo. Eu já estava com os nervos à flor da pele. Subimos com o dito, acomodamos na geladeira. Dei uma geral com a Dani no som. Ofereci à Bibi a entrega das alianças, mas mudei de ideia pouco depois ouvindo o aconselhamento dos outros. Acabei colocando as ditas no bolso.
- A Debs já ta aÃ.
E aà meu amigo, as pernas viraram manteiga. Peguei no braço da minha mãe e fui pra porta. Os dois minutos mais longos da minha vida. Todo mundo à minha frente levantou. Esse momento, eu lembro bem, foi filmado e entrará logo abaixo desse parágrafo assim que eu o tiver de posse.
Silêncio. Um silêncio sem fim. E Beatles.
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Entrei. Acho que me emociono mais hoje escrevendo do que naquela hora, em que tanta coisa pra qual você se preparou enfim começa a acontecer. Era de verdade, estava rolando… mal olhei pra minha mãe, nem ensaiamos nada. Chegamos à mesa do bispo bem rápido, John nem teve a chance de entrar com a segunda voz…
E aà eu olhei pra trás, e dois segundos depois ela entrou. E que riam da minha cara, me chamem de bobo ou de qualquer outra coisa, mas eu não consigo descrever a sensação que foi vê-la daquele jeito, e com um sorriso que dificilmente ela mostra pros outros. Mas mostrou, e eu não conseguia imaginar outra coisa que não fosse “eu sabia que por trás daquele jeans surrado e daquela camiseta preta se escondia isso tudo”!
Eu não sabia se abraçava o sogro, se abraçava a pequena, se a beijava. Então fiz os três. E dali em diante começou o casamento pra valer…
[continua]
*Carol que neste momento está tratando e organizando as fotos. Fotos que eu ainda não vi, e que estou roendo as pontas dos dedos (porque as unhas já foram) pra ver. Um exercÃcio de paciência que eu mesmo e a Debs proporcionamos à Anna e ao Kadu, e que agora estamos pagando na mesma moeda. Mas valerá a pena, tenho certeza…!
A vida é nova…
…e ainda, offline. Por isso mesmo, os detalhes e novidades vêm sendo cuidadosamente guardadas na memória. Com o tempo (e mais alguns dias), o ritmo, a vida e a própria internet voltam a seus devidos lugares. E com elas, os textos por aqui. Por enquanto, eu continuo correndo, e muito. Mas pra quem achava que isso tudo nunca ia acontecer, segue uma pequena recordação de nossa mini lua-de-mel, pra registrar que o papo agora é outro…

…enfim, agora, no plural.
Esse dia é pra vocês…

…que me ensinaram a viver. Obrigado, estejam onde estiverem.
E bem-vindos à minha nova vida.













