All is quieeeet on New Year’s Day… A world in whiiiite gets underwaaaaay…

O dono deste blog estará viajando de quinta à noite até domingão. Se precisarem de mim, liguem. Se eu não atender, não se preocupem. Afinal de contas, alguém já viu alguma Companhia Telefônica que funcione bem na virada de ano? Mas mesmo assim tentem. Senão, deixem um recadinho bem-educado por aqui e eu retribuo assim que voltar.
Até mais povo!
Milagres no apartamento 18
Eu lembro muito bem que ontem, lá pelo finalzinho da manhã, disse ao meu pai que este ano o EspÃrito de Natal tinha passado bem longe de mim. Que em nada esse sábado de chuva e abafado pareciam um dia de Natal, daqueles que eu vivi intensamente na minha infância, e que até hoje não esqueço.
Isso porque existem famÃlias, e famÃlias brigam. De um jeito, de outro, mas sempre existem ruÃdos. Alguns são tão grandes que além de não te deixarem ouvir, ainda causam uma tremenda dor de cabeça.
Então esta noite estava guardada embaixo da minha árvore de Natal, bem escondida, uma bandeira branca. E quando à meia-noite tocou a música de todos os nossos Natais, essa bandeira passou de mão em mão.
Deveria ser muito estranho o fato de eu estar em plena noite de Natal aqui na internet. Mas depois de uma noite onde eu ouvi a voz de quase todas as pessoas que eu de fato quero bem e que tenho contato mais próximo, em que essa bandeira deu o tom aqui em casa e que tudo terminou bem, com o melhor presente que eu poderia ganhar – esse que eu pedi aqui embaixo, no último post, eu tinha que agradecer.
A todas essas pessoas, a Deus, a quem for. A noite de hoje foi de fato feliz. Simples demais. E pecadora, como comprova a foto abaixo.

E amanhã, a lasanha.
Definitivamente, este foi um FELIZ NATAL.
Row row row… (Linha, linha, linha…)

Nesse Natal eu não quero presente não (até mesmo porque há muito tempo não tenho, mas de boa, não fazem a menor falta). Só quero minha famÃlia bem, meus amigos (que são a outra parte da minha famÃlia) sempre bem, e por perto. Quero continuar bem do jeito que eu tô, e melhorar um pouquinho outras coisas. Que os sons continuem bons e altos, a cerveja gelada, e que o perfume e o sereno se misturem. De resto, nada de muito sofisticado. Porque pedir todo mundo pede. O meu Papai Noel eu quero assim: dividindo a mesa, trocando uma idéia e segurando a barra. De resto, mais fácil é arregaçar as mangas (e não esperar o Carnaval pra levantar a bunda da cadeira e ver se tem alguma coisa dentro da meia).
Feliz Natal pra todo mundo.
Coisas que você só encontra em São Paulo
Afinal, onde mais você encontraria o tiozinho que vende os bonequinhos mais legais do mundo?
- o Ornitorrinco;
- o Snoopy que dá cambalhota;
- a Minhoquinha;
- o Papai Noel (mas o dele é diferente);
- o Saci;
- e os sensacionais INCONSCIENTE COLETIVO e MARCIANO TARADO?

É, e aquilo ali que você tá pensando é um piruzinho mesmo.
(A parte mais legal é a cena do velhinho tirando os bonequinhos da bolsa na mesa do buteco à s 23h, e cantando a musiquinha de cada um dos personagens, fazendo piada e ficando feliz se você disser que vai comprar um. Sem dúvidas, uma figura…)
É por essas e outras que eu não costumo prometer nada (vide último post)
Deixa eu tirar o mofo antes de começar a escrever.
E eu juro que não é por mal. Eu tinha feito há um tempinho atrás um rascunhão sobre as especialidades culinárias do Largo da Batata (sim, isso tudo é verdade), desde que lançaram a moda da batata frita de barraquinha. Aquilo me chocou de tal forma (sim, o barato lubrifica motor de carro, tal o aspecto “sequinho” da criança – e isso sem contar a embalagem de isopor que não é reciclável e polui pacas) que eu tinha armado (ops) um texto com imagem e tudo. E aproveitava o gancho pra mostrar toda a variedade de coisas que compõem aquele verdadeiro oásis (sim, estou sendo sarcástico) chamado Pinheiros.
E isso tudo sem esquecer de citar o Fortaleza Gatas (que segundo eles, tem “show de DVD” e que “é só filé”), além da faixa colocada há 3 meses na Francisco Morato falando que um retaurantezinho de lá tem uma vez por semana show com a banda GEITO DE SEDUZIR (não, eu não escrevi errado – eles é que escreveram).
Mas tudo ficou de lado após notar que agora é possÃvel tomar cerveja, jogar futebol e reencontrar os amigos nas noites da semana – tudo isso sem dor na consciência. E foi o que eu fiz, com muito gosto. Mas como todo vÃcio que se preze, este aqui – das letrinhas – começou a chamar de volta, e cá estamos.
E eu bem que gostaria de escrever mais hoje, mas eu tenho uma happy hour daqui a pouco. De qualquer forma, eu me adapto a esta vida de um jeito ou de outro. É mal de pobre: nunca vê feijão, e quando vê, come tanto que passa mal…
Calma, calma…!
Hoje tem post novo. Eu é que estive relapso…
Sabe como é né: abriram a gaiola, o periquito aqui saiu voando…
Cristo demorou 3 dias. Eu demorei 7…

Sim, eu terminei a faculdade (ao menos, até as notas saÃrem oficialmente)! Então eu resolvi passar um fim de semana como pedi a Deus durante os últimos 4 meses: sem fazer PORRA nenhuma.
Tá, eu sei que o blog não é atualizado desde terça passada. Dentre as muitas novidades ou acontecimentos desta última semana, estão a criação do meu novo site (sáite, não blógue), a mordida que a Ariett levou do Paulão aqui no trampo (nosso Latin Lover estava com fome e a princesinha do agreste ofereceu-lhe de sua própria carne – eu adoro essas histórias tórridas de amor), meus pais queimaram meu filme numa feijuca sabadão (é isso que dá oferecer álcool a pessoas com mais de 50 anos… mas tá valendo), acertei detalhes pra minha churrascada de final de ano em Itatiba e arranjei excelente companhia para dividir as risadas, reorganizei (parcialmente) meus estoques musicais quase infindos, entre outras coisas.
Ou seja, viver voltou a ser um prazer. O perÃodo acadêmico foi bacana, meu trampo melhorou pra cacete, mas agora é hora de colocar os (muitos) planos em prática, mudanças e um novo cilindro de gás. O blog foi deixado de lado por uma semana justamente pra que tudo isso terminasse e surgisse naturalmente. Sem vislumbramentos e com uma empolgação tremenda, a vida agora é outra. Pra quê esperar dia 31, se já dá pra começar a mudar agora?
Dizer o quê? Afinal, todo mundo já disse…

Seria difÃcil escrever um texto essa semana. E eu tenho que escrever – pra cá, e pra coluna que eu tenho todo mês na WWW. Ainda existe uma certa correria, já que algumas muitas miudezas devem ser cumpridas (prazos inadiáveis desta semana, antes que eu enfim possa dizer que estou tendo dias de paz).
Mas fato é que seria impossÃvel não escrever uma linha hoje sobre o fantástico show do Pearl Jam em SP neste último sábado. Sim, porque ao menos pra mim, “a coisa” foi tamanha que ofuscou inclusive o tetracampeonato do Todo Poderoso Timão no domingo. O espetáculo dos caras de Seattle foi muito além de um estádio cheio e a euforia de uma primeira vez.
Felizes fomos nós, ao poder assistir um show num horário decente (19h30 à s 21h30, e todos voltam pra casa com direito a pizza e uma bela noite de sono em seguida: um horário muito bacana esse), mesmo com a confusão causada pelos velhinhos-enxaqueca dos arredores do Pacaembu. Provavelmente, frustrados sexualmente e sem dinheiro pro Viagra. Pobres coitados…
Absurda a qualidade do som, o repertório, a organização, enfim… quem via aquele palco mequetrefe não tinha noção do tamanho do estrago que os cinco caras que subiriam ali fariam. Mas o que pegou de fato nem foi tudo isso. O que rolou de mais legal foi comprovar que aquele carisma e empatia que a banda tem com seu público de fato existem. E COMO EXISTEM! Tratando os fãs na lÃngua local, tocando repertórios muito diferentes em cada um dos shows, armando surpresas, não economizando nos bis (sim, porque foram dois, e bem recheados)…
Certamente muito já se ouviu e muito ainda se falará sobre cada um dos shows do Pearl Jam. No Rio, em Porto Alegre, Curitiba ou aqui em São Paulo, cada um com sua cara e “seus detalhes memoráveis”. Não existe melhor coisa do que você participar de algo sem esperar muita coisa, e se surpreender MUITO positivamente após presenciar o que rolou. Era apenas mais um show. E acabou tornando-se “apenas” histórico.
Espero que eles voltem logo.
Já que o fim-de-semana foi incrÃvel e eu estou afônico…
…deixo duas imagens de uma imensa alegria:

Minha vida voltou!

Não preciso dizer muita coisa. AlÃvio, acima de qualquer outra coisa, é o que eu mais estou sentindo desde ontem à noite. Acho que estas linhas aqui servem muito mais pra dizer MUITO OBRIGADO pra quem me acompanhou nesta e em outras tantas jornadas nestes 4 anos de muita luta pra poder me formar em uma faculdade bacana, num curso que eu adoro. TCC passado, faltam duas tarefinhas e uma prova pra tudo isso acabar. Mas pra mim, o dever está mais do que cumprido.
A todo mundo que torceu, deu uma força, colaborou, ajudou de alguma maneira e sentiu o tamanho do drama, obrigado DEMAIS! E agora é comemorar: Pearl Jam no sábado, e Corinthians campeão domingo… nada mais justo!
Cheers!






