O tamanho do problema é um quarteirão da Faria Lima…
Pode perceber que quando eu sumo do blog, ou é por excesso de tédio (fato também conhecido como “falta de assunto”), ou excesso de trabalho. E dessa vez é pelo segundo motivo… estou tendo que amamentar meu novo filho, já que eu dei um chute no velho. E filho novo é assim mesmo: você faz e fica todo orgulhoso que saiu bonito, mas logo percebe que não tem dente, não diferencia dia e noite e tem que prevenir todos os diversos probleminhas das primeiras horas de vida…
Essa molecada dá um trabalho que só quem é pai sabe. Volto em breve.
Sofrendo de insônia? Seus problemas acabaram!

Eu sou homem e gosto de futebol. Portanto, vamos ao post:
No Brasil, existem duas vagas de emprego que qualquer inválido seria capaz de ocupar: homem-sanduÃche (aqueles que ficam com cartaz de COMPRO OURO na Praça da Sé) e técnico da seleção brasileira.
E esse segundo eu explico: estou(ava) assistindo ao jogo Brasil x Peru pela gloriosa Rede Globo de Televisão. E cara, que coisa insuportável essa combinação Galvão Bueno & Parreira… O primeiro já é insuportável por natureza: só fala bosta, é enjoativo, ufanista e puxa-saco. Mas o que dizer do segundo? Tem o carisma de uma pedra-pome, e a utilidade de uma restinho de sabonete jogado perto do ralo.
O Parreira é ruim demais, Deus do céu! Ele não fala, não pisca, não é simpático a nada – ele parece o cigano Igor! Mas aà você me fala: “É, mas ele levou o Tetra pra gente!”. Mentira, seu burro! Quem levou foi o Romário. Essa seleção que jogou hoje ATÉ EU treino melhor…! É tanto talento, tanto salário, tanta namorada gostosa junto, que se você jogar uma camisa amarela na mão de cada um e disser “Joguem!” eles jogam sozinhos. E jogam bem.
Sim, porque na Europa (onde TODOS jogam), se você ataca, vence. E se não vencer, dança. Então todos têm que atacar, marcar, correr… enfim, jogar.
Mas não. O tio Parreira manda jogar “de forma segura, pois o Peru é um inimigo perigoso e o importante são os 3 pontos…” – ah, meu filho, pelamordedeus. Rola esse joguinho mequetrefe, rola a bola de lado, toca pro Lúcio que toca pro Dida. E toca de lado de novo. Uma tremenda merda! Porra, será que não dá pra fazer melhor que isso? Custa treinar UM POUCO esses caras? Mandar atacar? MEU, É O PERU!! A GENTE COME O PAÃS DOS CARAS NO NATAL!!
Por isso eu digo que quem paga pra assistir à seleção é TROUXA. Sim, porque tem gente me convidando pra assistir ao jogo da seleção em São Paulo, e é LÓGICO que eu não vou pagar uma puta grana pra ver essa seleçãozinha de merda, e esse cara de fralda molhada sentado no banco, que entra mudo, sai calado, e coloca um volante depois de marcar 1×0. É muita pobreza junta, e quem gosta de jogo parado que vá jogar xadrez…
A seleção já foi capaz de salvar um domingo na TV. Mas com o Parreira no banco, dá até saudades do Faustão.
Coelhinho da páscoa, o que trouxe pra mim?
[Editado, pós-fogo]
A ordem das coisas:
- Os gerentes saem.
- As coisas ficam nas mãos de outras pessoas.
- Preciso de um trabalho bem-feito.
- Ligo pro Help Desk.
- E ao invés de fazerem o trabalho DELES…
- …querem ME ENSINAR a fazer o que é de responsabilidade DELES.
- Eu conheço o problema.
- Me dizem que estou errado. Mas eu não sou burro…
Conclusão:
- Stress.
- Um PÉSSIMO serviço.
- Invenção de desculpas por parte dos “responsáveis”.
- E claro, nada vai acontecer.
Um maldito ganha 3 vezes mais que você pra fazer porra nenhuma, inventa desculpas sobre a própria ineficiência e – o mais injusto: todos vão acreditar NELE. Porque é assim que funcionam as coisas: enquanto não puxarem meu tapete (afinal de contas, caras transparenetes e profissionais não são bem-vindos num mundinho de falsidade e incompetência amadora), as coisas vão continuar como estão.
Alguém quer meu currÃculo?
Poropopó Popó Popó…
Assistindo:
aos gols do Todo Poderoso Timão em cima da porcada…

Fazia tempo. Pisei num estádio pela última vez (com o intuito de assistir a um jogo de futebol) em 2001, se não estou errado. Por motivos óbvios esse tipo de coisa não acontece com freqüência – não preciso dizer do cagaço que dá ir a um estádio de uns bons tempos pra cá.
Mas hoje rolou uma reunião histórica. Amigos de longa data (Kadu e Chamba), e outros mais recentes (Frangão e Caio) se reuniram para uma tarde memorável. Um Corinthians x Palmeiras daqueles… Todo mundo junto, palmeirenses e corinthianos, assistindo, sofrendo, rindo e berrando juntos.
Abastecidos por alguns chopps em uma tarde de calor em São Paulo, chegamos cedo e fomos à s cadeiras amarelas de La Bambinera (ou Morumbi) – o único lugar onde todos podem estar juntos. E aà vimos todo o grande circo surgir: a festa dos Gaviões – que assusta e empolga qualquer torcedor de qualquer time: a força da nossa torcida é algo inexplicável. A presença dos palmeirenses foi ofuscada por uma torcida que era o dobro de seu tamanho…
Foi um jogo tenso, catimbado, sofrido. Um barato… vibramos, torcemos, xingamos e zoamos demais uns aos outros. No final, triunfou o meu glorioso Timão, com gols do Roger Galisteu e do Carlos “The Mask” Alberto (só de pênalti pra esse filho da puta fazer alguma coisa mesmo…). Fábio Costa novamente testou os corações alvinegros, mas dessa vez suas eternas cagadas não comprometeram. São Jorge é grande!
Não vamos ganhar o tÃtulo mesmo. Mas quem se importa? Ganhamos do Palmeiras, e esse gostinho é bem melhor do que muito tÃtulo…
Quero voltar a viver decentemente
Você estuda, se interessa, corre atrás, se sacrifica, mas no final, o prazer em transformar seu conhecimento em resultado – tudo isso com alegria – faz com que o mercado se torne sua segunda casa. Trabalhar é algo que todos nós queremos: cada um do seu jeito, mas o fato é que fazer o que se gosta é um tesão.
Não tô contando nenhuma novidade aqui. Acho que esse parágrafo acima é muito mais um desejo de como eu queria que as coisas estivessem se encaminhando agora. Sim, pois tudo isso está ao contrário. No trabalho, nos freelances, tudo está errado. Abuso de autoridade, ingerência, desrespeito, stress, retrabalho.
Culpa de gerentes bundões (no meu trampo) e clientes imbecis (nos freelas). Será que é tão difÃcil planejar, prospectar e executar? Será que com tantos livros sobre gestão e fluxo de trabalho, por que insistir tanto no improviso, no feeling, em deixar as coisas pra última hora, na não-checagem, em não estabelecer metas?
E com a bola de neve rolando, todos esses problemas se acumulam, e viram uma coisa chamada DOR DE CABEÇA. AÃ, até os mais empolgados broxam. Desentendimentos acontecem, o stress rola solto e as coisas desandam.
Então você lembra que o primeiro paragráfo lá em cima falava de prazer e de alegria. Percebeu como é fácil mudar de clima com uma simples mudança de atitude – com um ponto de vista “destrutivo”? Pois é. Tem gente que entra no mercado pra ser feliz. E tem gente que entra pra atazanar a vida dos outros.
Nesse momento, tudo o que eu queria era ter um porrete.
Reunião anual dos cachorros-magros
Algumas peculiaridades em se trabalhar num Clube é poder sair pra um churrasco de confraternização em plena segunda-feira. Ontem saÃram daqui dez ônibus em direção a JundiaÃ, e o dia que começou chuvoso acabou tendo sol e mormaço suficientes pra enfim dar uma tostada no branquelo aqui.
Claro que meu senso de Caco Antibes me fez estar sempre perto de meus amigos pobres, porém limpinhos, e me distanciar da corja de fofoqueiros, pagodeiros, bebuns e afins. Depois de muita carne e muito chopp, algumas constatações:
- Churrasco é um lugar onde muita gente sai do armário sem notar (será?);
- Gordas precisam de cortinas, não biquÃnis;
- Gente que você nunca viu te trata como irmão;
- Gente que você já conhece e não gosta continua a mesma bosta;
- O videokê é o refúgio dos “solteiros sem amigos”;
- Sustância na mão de pobre dá merda.
E já que eu sei que o churras em si não interessa pra ninguém, vou postar aqui algumas fotinhos ao invés de ficar enrolando em cima do assunto. Afinal de contas, o que vale é encher a cara, forrar a pança e falar besteira. E isso a gente faz sempre muito bem…

Essa é a segunda-feira que todo mundo pediu a Deus (mas que só os que trabalham no Pinheiros foram ouvidos e atendidos)…
Coisas que a gente leva pra sempre

Você sabe bem do que eu estou falando: existem coisas aparentemente bestas que mudam nossa vida: um dia bom, um dia ruim, uma palavra errada, um toque pessoal, um filme. Sim, um filme.
Somente agora eu pude assistir ao Brilho eterno de uma mente sem lembranças. E sinceramente, eu não sei muito sobre o que escrever aqui, tal o baque que levei ao término do DVD. Nada de muito forte nem de muito surpreendente, não é isso. Não existem assassinatos em série, efeitos especiais ou enigmas em aberto. Tudo é até claro demais, humano demais. E aà que está o ponto.
O filme é um espelho de nós mesmos. Do nosso sentimento de perda, da nossa paixão por alguém capaz de mudar nossa vida por simplesmente completar aquilo que não temos, de como uma garota de cabelos vermelhos pode nos fazer sentir o que nunca sentimos. E do que acontece quando tudo isso se perde – da dor e da fúria à s tentativas de guardar tudo o que isso nos trouxe de felicidade para que – quem sabe um dia – possamos tentar tudo de novo, e dessa vez, sem nos perdermos em impulsos.
Acho que ainda não consegui passar o tamanho do significado do Brilho eterno…. É único, simples, lindo, foda, e que eu já tenho como um dos filmes que certamente não vou esquecer pelo resto da vida, pois estou ali – dentro daquela tela em muitos momentos da história. É de tremer, de chorar, e de se viver. Enjoy it…
Um conselho? Saia socando!

É cobrado o escanteio. O goleiro adiantado volta correndo pra tirar a bola da linha do gol. Sem possibilidade de alcançar, ele estica a mão e CLACK! Caraca, como dói! Mas foi só uma luxação, com certeza, o dedo tá mexendo… Continua o jogo. O goleiro fecha a mão e por mais de uma hora continua jogando (mal pra burro). Faz 3 boas defesas e após o fim da partida, olha para a própria mão e percebe que um alienÃgena deve ter abduzido sua articulação.
Sim, por causa de um escanteio bem batido e mal desviado, eu rompi o ligamento e semi-quebrei o dedo. Essa brincadeirinha me custou uma semana de afastamento do trabalho (fogos, por favor: BUM! BANG! PUF! TUÃIIIIIIILLLL!) e uma tala que está me forçando a aprimorar minhas habilidades canhotas. Nada bom para quem passa o dia mexendo no micro, mas ótimo para meus trabalhos de faculdade e para enfim reencontrar meu sono, um dia esquecido em algum lugar do passado.
DEUS EXISTE!

Leiam a melhor notÃcia dos últimos 50 anos e vibrem comigo!






