Masili neles!

O sentimento é estranho…

Em Faculdade por Marcelo Masili - 26 de novembro de 2003

Um fato: tudo na vida é um aprendizado.

Depois de tanto trabalho, a apresentação de ontem funcionou muito mais como um ponto final em algo que tinha que terminar, e não com o tesão que deveria ser. Isso foi muito ruim, dói você tratar tanto tempo de dedicação dessa forma, mas se eu dissesse que não foi isso o que aconteceu, estaria mentindo.

Ao mesmo tempo, adorei o resultado final do projeto (que está disponível por um link neste post, e por outro permanente do lado direito da tela). Visualmente da forma como projetado, com toda a insanidade de reallização disfarçada em animação stop-motion. A navegação é feita para usuários avançados – gente que não está acostumada a navegar na web com certeza sentirá dificuldades em entender esse projeto. O site é bastante pesado e sua visualização necessariamente deve ser feita por quem navega em banda larga (e ainda sim, seu tempo de carregamento é bastante grande). São pontos que futuramente corrigiremos, mas que por enquanto, devem contar com a paciência de quem quiser superá-los para ver o nosso trabalho.

A partir de hoje, um novo pensamento que eu já adotei será a temática de futuros trabalhos que pretendo realizar. Aprendemos muito semana passada, em diversos aspectos, e com diversos trabalhos. Brainstormings mais próximos àquilo que eu entendo como o ideal para uma futura abordagem surgiram de forma quase que natural – muito espontânea. Um primeiro sinal de que realmente o caminho que devo seguir é diferente do que vinha seguindo até agora.

É a tal “nova porta” que se abre, e ao final desse corredor eu vejo o que realmente queria. Minha felicidade e meu trabalho andando juntos, e é por isso que vale a pena mudar. Sorte para os que quiserem continuar no caminho que vínhamos andando, e que encontrem aquilo que procuram. A partir de agora, meu caminho é outro.

Como diria nosso amigo Marcelo, é hora de manter o design.

[...]

Em Umbigo por Marcelo Masili - 25 de novembro de 2003

O post que estava aqui deu lugar a um educado e branco SILÊNCIO. Sem berros, sem acusações e sem nada. Exatamente tudo o que eu desejava pra minha tarde, e NOVAMENTE não tive. Mas eu ME prometo:

É A ULTIMA VEZ QUE ISSO ACONTECE NESSAS CIRCUNSTÂNCIAS.

Momento de reverência

Em Design por Marcelo Masili - 21 de novembro de 2003

Esta semana a Universidade Anhembi Morumbi está colocando seus alunos no paredão, mais especificamente os do último ano do curso de Design Digital. E por mais que eu tentasse descrever o que dois dos grupos que assisti até agora fizeram, não seria capaz de chegar perto daquilo que eles passaram com seus trabalhos.

Saul Bass EM Hitchcock

Terça-feira um dos Grupos falou sobre a obra de Saul Bass em filmes de Hitchcock. Lindo, absurdo, extremamente bem executado e projetado com preocupações em todas as peças necessárias para apresentação (website, cd-rom, peça gráfica – nesse caso, pôsteres, e embalagem). Um trabalho conceitual e limpo, mas riquíssimo. Eu já havia ficado orgulhoso de ver um trabalho com tamanha qualidade. Mas as surpresas não haviam acabado…

Reconstruindo Apocalypse Now! Redux

…Ontem presenciamos um momento histórico. A reconstrução de Apocalypse Now! Redux do Grupo de ontem é algo que beira o indescritível. A cada tela do cd-rom, um vislumbre. Cada detalhe, cada cor, cada imagem, tudo feito com muito cuidado, muito carinho e uma ENORME dedicação. Treze pôsteres, um mais lindo que o outro. Um site soberbo… Sinceramente galera, se eu quisesse tentar descrever o que aconteceu, por melhores que fossem as palavras usadas não chegaria perto do impacto que esse trabalho causou (a ponto de hoje meu dia estar sendo “movido” a Doors, Creedence e Hendrix). Não há outro assunto entre nós, que queremos fazer o que eles fizeram ontem. A banca de avaliação ficou perplexa, emocionada. E nós todos também.

Trabalhos como esses mostram o quanto um designer é apaixonado por aquilo que faz. Tratar sua obra como parte de sua vida, se entregar ao projeto (projeto – uma palavra que é básica para trabalhos como esses – e QUE projetos foram esses…!), e que deixam qualquer um apaixonado pelo resultado de tanto empenho. Fazer design é emocionar com imagem, com som, com tudo. É trazer mais do que uma peça – trazer uma EXPERIÊNCIA que não deve se apagar pelo simples fato de ser única. E esses dois Grupos fizeram isso com maestria.

Não conheço nenhum de seus integrantes, mas reitero meu desejo de muito sucesso que eles, com tal competência, certamente obterão. E fico feliz por ter espelhos tão próximos para que essa paixão por design traga para todos os melhores frutos… e com sabores nunca experimentados.

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[COMENTÃRIOS EM 2009]

Eu e mais aquele punhado de pessoas que estavam na apresentação desse último trabalho aí em cima assistimos ao nascimento do Estúdio Colletivo de Design nesse mesmo dia. Não que o grupo não existisse antes, mas essa foi a primeira (de muitas) porretadas que os caras trariam pra gente dali em diante. A última linha do texto traz o óbvio – esses caras dariam certo, não tinha como ser diferente. Hoje, mais de seis anos depois, o portifólio da galera impressiona pela qualidade, mas em nada surpreende quanto ao calibre dos clientes: o pau dos caras é grande mesmo, e só podia dar no que deu…

E além dos trabalhos, de tanto encher o saco das crianças, herdei a amizade do Roncatti, o rivale palestrino e comparsa nas discussões futebolísticas (porque não basta ser designer: tem que curtir o esporte bretão e assistir ao AC/DC). Um grande abraço, camarada. Muita honra ter podido dividir esse momento com vocês.

Aos Chico Langs de plantão, o meu abraço (seguido de um soco na boca)

Em Futebol por Marcelo Masili - 20 de novembro de 2003

É até bom falar disso justamente um dia após o jogo horrendo da Seleção…

Futebol é um negócio esquisito pra mim. Ao mesmo tempo que gosto de acompanhar campeonatos, torcer pro meu Timão e acho um grande barato assistir jogo de Copa do Mundo ao lado dos camaradas tomando cerveja e comendo salgadinho, uma das coisas mais detestáveis do mundo é DISCUTIR FUTEBOL.

Me empapuça… e toda hora do almoço normalmente é assim na minha mesa, todo dia. “Não sei quem vai pra qual time?”, “fulano tá indo pra lá”, “sei lá quem jogou com com sei lá quem”, “acho que beltrano tá mal e vai sair…” Tudo bem que faz parte da tal cultura popular, que às vezes é até engraçado, e que é um assunto como qualquer outro.

Mas SÓ FALAR DISSO me torra. Não consigo levar a sério discutir sobre alguém que ganha R$ 50 mil por mês pra passar a manhã na hidromassagem e à tarde jogando bola, todo dia. Da mesma forma, rola tanta politicagem e jogada de marketing nesse meio que quem leva a sério o assunto na minha opinião é imbecil ou alienado.

Torcer faz parte, futebol é um negócio bacana… mas tem manipulação por todo o lado. Tudo o que tem interesse externo em volta deve ser visto com restrição, e tem neguinho que leva o assunto como se fosse o que há de mais importante em sua vida. Pra mim cara que fica se informando sobre futebol o dia inteiro não tem mais o que fazer da vida, na boa. E o pior é que vem encher o saco dos outros durante o almoço (e daí fica fácil explicar qualquer indigestão). Tá certo que não precisamos discutir Filosofia, mas TODO DIA O MESMO PAPINHO é de matar…

Acredito muito que uma grande qualidade no ser humano seja a de ter a possibilidade de se informar. Buscar novos horizontes, outros conhecimentos, desenvolver habilidades. A gama de assuntos e temas é infinita, bastando para nós apenas vontade e tempo hábil para adquirirmos essas qualidades. Ninguém nasce burro, mas muita gente se habitua a andar em círculos dentro de seu próprio quintal..

E hoje deu até tempo de escrever…!

Em Cinema,Faculdade por Marcelo Masili - 14 de novembro de 2003

Trabalho entregue, primeira fase concluída. No “vai ou racha”, acabou “indo” apesar das “trincadas” durante o percurso. E eu vou ficar quietinho aqui no meu canto porque se eu abrir a boca pra falar mais sobre esse trabalho é capaz que eu acorde com uma carta-bomba debaixo da minha porta.

Então ao invés de falar dese trabalho, eu falo do Goya, que ontem tive a oportunidade de apresentar aqui no Clube. Rendeu uma boa historinha essa parada… e eu vou contar agora:

Ontem apresentaram aqui no Clube o filme Goya, em um evento que ocorre todo mês, onde além do filme existe um debate sobre arte em paralelo, ao final da sessão. Pois muito bem – assim que vi que passariam o filme, meti o bedelhão e conversei com um “pessoal mais chegado” se não rolava enfiar o site no meio dessa história. Comunicaram à coordenadora do evento, e ela veio falar comigo se eu poderia ceder o site nessa história…

– Ceder o site, tia? E onde eu entro nessa parada?” Eu pensei… Achei estranho aquele papinho mequetrefe, mas fiquei na minha. Passou o tempo, e até a véspera da exibição ninguém veio falar comigo. “Esses caras vão me passar a perna? Nem f****!

Aí Marcelão vai bater um papo com o camarada que ia organizar a parada, e fala “E aí tio, vou poder apresentar o site?” – “Claro!” Ele me respondeu, e daquele momento em diante eu estava dentro. E daí pra frente gravamos o cd, arrumamos a projeção e aguardamos o evento começar.

Qual a minha surpresa ao saber que a tia (aqueeeeela que queria que eu “cedesse” o site) ficou indignada ao saber que eu, o peãozão aqui, ia “falar para o público dela”?? A mulher ficou p***, e eu rindo que nem um moleque… ” - Quis me passar a perna, perua…? Então tome!!

Quando chegou a minha vez de falar para a galera de velhinhos (o mais novo na sessão devia ser a minha mãe, minha convidada especial e a única com quem eu devia me importar no meio daquele monte de gente metida a besta), não é que a tia senta na primeira poltrona do cinema e me manda falar “muito rápido”???

Eu olhei pra ela, pro microfone (sem fio) e pra cabine de som (onde estava o tal camarada que me arranjou a boquinha e que ia navegar o site) e pensei: ” - Rápido né?? Rápido o cacete!!” Falei nuuuuumaaaa booooooaaaa, tranquilamente, e ainda encerrei fazendo o jabá do site (afinal, era esse o meu objetivo nessa joça).

Detalhe importante:
- fui apresentado como “um funcionário do Clube que fez um site…” – vá pra pqp! Peguei microfone e pedi desculpas, mas tive que corrigir dizendo que sou “um estudante de design que faz parte do Grupo 7Monstros – dábliu dábliu dábliu 7monstros ponto com ponto bê érre barra goya, que realizou um trabalho acadêmico que envolveu um estudo initerrupto de seis meses sobre vida e obra de Francisco de Goya“. E vá desmerecer a puta que lhe pariu, perua entojada.

O problema é o seguinte:
estava tratando com esse povo daqui. Aquele mesmo que você vê de manhã nas ruas do Brooklyn e do Jardim Paulista correndo de moletom da Tommy Hilfiger, que tem aqueles cachorros que deixam aquele mar de cocô na rua aqui de trás e que todo domingo vão almoçar no Fasano. Ou seja, UMA CAMBADA DE FRESCO. E pra essa gente, funcionário do Clube é vida inferior, sub-raça mesmo.

Mas é só você mostrar um pouquinho de conhecimento e um inesperado respeito que esses mongos baixam a crista e passam a te… temer (porque respeito é algo que eles não conhecem). Foi o que tive que fazer ontem pra poder sair por cima daqui de dentro. E saí, enquanto desmenti três abobrinhas que outra tiazinha (a que fez a palestra anterior à minha) falou.

É isso aí: você pode nascer rico, mas conhecimento só tem quem vai atrás. E esse povinho é tão medíocre que tudo o que pude fazer após tanta pataquada foi sair de braços dados com a minha mãe antes do filme começar (a tia que estava sentada ao lado da minha mãe, após notar que era ela a mãe do “funcionário”, simplesmente levantou e foi sentar do outro lado – eles têm nojo dos “menos favorecidos” mesmo…), orgulhoso de que aquela platéia que me aplaudiu levou um tremendo “cala a boca”, e que a verdadeira platéia a quem fiz minha palestra express (ou seja, minha mãe) estava saindo de lá de alma lavada após aquele monte de velha nojenta olhar de lado pra gente.

Pra eles, meu muito obrigado pelos aplausos e uma risada bem sarcástica… ahahahahah!

Contagem regressiva

Em Faculdade por Marcelo Masili - 12 de novembro de 2003

Me prometi escrever um texto em 3 minutos só pra honrar o nome deste blog e expicar que estamos em dias decisivos para entrega de trabalho na faculdade. Com certeza é de longe o site mais trabalhoso que eu já fiz, e se duvidar o mais complexo que um grupo se meteu a fazer na história da Anhembi. De qualquer forma, agarramos o desafio e estamos no momento do “vai ou racha”, e graças a Deus, muito mais pra “vai” do que pra “racha”. Muita água rolou, mas vai tudo acabar bem… mais algumas horinhas de sono perdidas e teremos daqui a pouco mais um link aqui do lado – dessa vez, bem colorido, alegre, diferente, e com certeza, surpreendente.

Só quem trabalhou nesse projeto sabe o quão difícil ele tem sido. Os que não sabem ou não conhecem o caráter de quem fez, ou não sabem reconhecer o esforço de cada um. Dá pra dizer com certeza que um belo trabalho está nascendo, e eu particularmente tô muito orgulhoso dele.

E espero que vocês também fiquem. Daqui a pouco, ele estará aqui.

(4 minutos e meio… é isso que dá não saber digitar…)

Eu? Em pânico? Imagina…

Em Faculdade por Marcelo Masili - 8 de novembro de 2003

Só porque o cd com noso trabalho de fim-de-semana não abriu?
Só porque estou tentando gravá-lo de novo AQUI NO TRAMPO?
Só porque nosso trabalho tem 40 horas pra ficar pronto?
Só porque minha conexão em casa é um iG porco?
Só porque o dia parece estar péssimo (apesar do Sol)?
Só porque estou com mil coisas pra fazer?
Só porque não consigo pagar minhas contas?
Só porque fico me perguntando coisas o tempo todo?

IMAGINA…

Em Comes e Bebes por Marcelo Masili - 7 de novembro de 2003

Muito além de pincéis ou mouses

Em Design por Marcelo Masili - 6 de novembro de 2003

Acho que o post de hoje merece um pouco mais de dedicação. Afinal de contas, dedicação é a chave para que façamos bem aquilo que nos agrada, e que nos faz bem.

É engraçado como às vezes fatos isolados nos fazem retomar o fôlego e rever nosso trabalho e dos outros com olhos completamente novos. Ontem à noite, assisti ao lado dos outros seis monstros à palestra do Kiko Goifman. Não conhecia o trabalho do cara, e gostei bastante do que vi. Um resumo rápido da obra é que ele trabalha com diversos tipos de mídia, mas principalmente com meios digitais (vídeo, internet, cd-rom). Está lançando seu primeiro longa (33) que também foi destacado na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo nos últimos dias, e dentre diversos trabalhos alguns curta-metragens e trabalhos em multimedia que foram destacados pelo próprio ontem à noite.

O enfoque do trabalho do Kiko gira em torno principalmente dos diversos aspectos da violência. Durante a exibição dos trabalhos, fiquei bastante empolgado pelo tipo de linguagem adotada por ele (que me era familiar, e depois descobri que era óbvio que aquela “linguagem de penitenciária” que ele utiliza era muito próxima da utilizada nos encartes e vídeos do Racionais MC’s, porém bem melhor trabalhada e com mais personalidade e variações). Desde a edição e cuidados estéticos às trilhas sonoras (em Morte Densa, ele utiliza diversas músicas do álbum Murder Ballads, de Nick Cave – nada mais violento e depressivo do que isso…), um trabalho com estudo e dedicação bastante apurados.

E vendo essa enxurrada de informações, retomo ao início do post e lembro que há algum tempo atrás não pensava que algum dia fosse considerar “arte” algo que não fosse feito com papel, tinta e pincéis. O sentido da palavra me dizia respeito somente àquilo que vem à mente quando dizemos que alguém é um “artista”, que tal trabalho é uma “obra”, e imaginava que tudo isso fizesse parte de um conjunto de coisas que pudesse ser exposto em uma galeria, com paredes brancas enormes e com um silêncio sepulcral em cada ambiente.

Com um pouco mais de esclarescimento, ficou claro que o papel do designer e de qualquer outro artista está na qualidade do seu trabalho e naquilo que ele propõe, não importando se é algo erudito ou popular, ou ainda o meio no qual é executada a proposta. E de fato, o universo de informações que estão à nossa disposição a todo momento vai muito além do que nossos gostos reconhecem. Para mim, por exemplo, ficou claro que ontem à noite meu modo de enxergar principalmente a arte em vídeo ganhou porporções diferentes, simplesmente por me identificar de alguma forma com a obra de um artista (e que por sorte, é brasileiro). Certamente meu nível de interesse aumentou, e meu repertório consequentemente tornou-se mais escasso do meu ponto de vista, pois vi que tenho ainda mais informações e elementos para buscar. Puro tesão em querer aprender.

E a arte vai muito além disso, quando lembramos que cada um de nós pode ser um artista naquilo que faz. Se fizer com paixão, interesse, identidade e dedicação, dá samba – pode ter certeza disso.

Em tempo: ontem foi dia do designer. Se bem que eu não sei bem o porquê.

Falando enfim de algumas coisas boas:

Em Vidinha por Marcelo Masili - 5 de novembro de 2003

- Hoje de manhã ouvi FINALMENTE a nova banda do meu sempre eterno ídolo Slash. Velvet Revolver, que compôs uma música para a trilha sonora do Horrível Hulk (Set Me Free). Rock Gasolina, com a cara do Slash, e daquilo que um dia foi o saudoso Guns N’ Roses, com o vocal metálico do Scott Weiland (completam a banda os ex- Guns Duff e Matt Sorum, e Dave Kushner).

Intermission:

Obrigado Soul, por me passar esse link… você foi O cara.

End Of Intermission.

Avaliação pessoal: definitivamente Slash sabe onde se mete. Os dois cd’s anteriores com o Snakepit (seu projeto solo, com duas formações completamente distintas) são matadores, e apontavam para aquilo que se mostra o som do Velvet Revolver. Rock N’ Roll clássico, pesado e melódico, para cervejeiros como eu aprovarem na primeira orelhada (e babarem ansiosamente pelo cd que só sai em fevereiro de 2004).Para os órfãos do Guns, provavelmente a melhor notícia musical dos últimos anos.

- Também hoje estréia a terceira parte de Matrix. Óbvio que eu irei assistir, mas não tô tão ansioso assim. Provavelmente pelo fato de ter achado o segundo filme um show de efeitos especiais, mas um lixo de roteiro. De qualquer forma, é um dia histórico para a indústria do cinema, que provavelmente verá filas explodindo e recordes de publicidade e vendas sendo dizimados.

- Acho que o puxão de orelhas foi válido. O nível dos comentários daqui subiu CONSIDERAVELMENTE. Acho que a criançada mal-educada ficou com medo, e os verdadeiros interessados sacaram o que eu tava a fim de dizer. Que bom… para todos nós!

- Enfim me tiraram da tranquera do Blogs Of Note. Minhas preces foram ouvidas. Amém.